O novo Volkswagen Jetta já é adorado. Desde que foi lançado, em 1981, foram vendidos 1,4 milhão de carros. Mas essa adoração começou a diminuir um pouco em 2010, quando a Volkswagen botou no mercado a sexta geração do Jetta com detalhes como plástico duro no painel além de freios de tambor e suspensão de eixo de torção atrás. O choque não foi diferente no por aqui, mas o Jetta acabou por estabelecer um volume de vendas que o antigo, bem acabado, mais caro e apenas com motor 2.5, não conseguia.
Agora que a VW começa a vender a sétima geração, todos esperavam o retorno da força tecnológica da marca alemã, uma atualização completa de tecnologias. Porém, o resultado, ainda que bastante razoável, não foi completamente satisfatório no Jetta 1.4 TSI avaliado.
A base é nova e isso é a melhor notícia do Jetta 2019. Foi-se a plataforma PQ35 do Golf de sexta geração. Após entrar na sétima geração, o Jetta finalmente se realinhou ao Golf e ganhou a plataforma MQB. Ou seja, ele voltou a ser uma versão sedã do hatch, um parentesco que o fez tão querido e popular em um mercado que ainda curte os carros de três volumes, embora, como todo mundo, esteja optando cada vez mais pelos crossovers.