A matemática como ferramenta sempre será verdadeira, vantajosa, se sabiamente usada! Ser matemático é como se sentir hábil para contar até vinte, sem tirar os sapatos. O estudo da matemática, como todo rio importante, Tietê inclusive, começa em minutências e termina em magnificiência. Aritmética, álgebra, geometria, como Pai, Filho, Espírito Santo: grandiosa e suprema trindade! Triângulo luminoso! Todo aquele que o desconhece leva uma meia vida quanto ao sentido!
Se é que não se deu conta da realidade em todas as suas manifestações: física, via geometria das ruas e edifícios da cidade; econômica, pela troca entre dinheiro e salários; social, pelo ato singelo de saber contar os amigos que se tem. A matemática é, pois, a primeira chave que uma pessoa pode dispor para abrir a porta da inteligência.
Geometria, aritmética e álgebra: pilares sobre os quais se apoia a matemática! Geometria: nada mais nada menos, que ideias exercendo pressão, de sua cabeça para sua mão, para sua caneta, para uma folha de papel, até ao ponto de se obter manifestações, formalmente mais que estéticas. Aritmética, ao se manifestar quando cifras pulam de galho em galho como macaquinhos no sótão, a favor ou contra a estabilidade monetária.
Álgebra: toda incógnita, por menos habilidade que se tenha, cedo ou tarde acaba se revelando, para dela nos beneficiarmos: sempre para melhor!
Nenhuma geometria é mais verdadeira do que outra: ela pode ser somente mais conveniente! E a matemática a gritar que seus vários ramos são: ambição, distração, enfeiamento e, até gozação, se quizerem! Se não estiver de acordo, pode provar: Ela jamais deixará de ser uma grande motivadora para todos, já que sua carreira começa a partir do zero, com o infinito na meta de chegada. Bem a gosto daqueles que desenvolvem um grande apetite por tudo o que soma!
Aprende-se matemática, até para colocar certa disciplina no corte de cabelo. Pela via da geometria, o revestimento dos ossos da caveira adquirem certo encanto.