Em 1964 os militares chegaram ao poder, pois os socialistas marxistas da época, influenciados por Cuba e URSS tentavam conquistar o poder. Chegaram e os governos militares e tiveram pontos positivos, pois fizeram o Brasil crescer economicamente (saltando de 38ª para 8ª economia do mundo), mas erraram em dois pontos: houve crescimento econômico, mas não houve distribuição de rendas para as camadas mais pobres e as torturas impostas aos guerrilheiros presos também produziram desgastes aos militares.
Passaram-se décadas e o Brasil se democratizou, mas parte dos anistiados e exilados que retornaram ao Brasil se tornaram corruptos, ladrões e fraudadores do erário, sendo que muitos estão presos e condenados. Após mais de três décadas surge um novo comandante, ou seja, um novo presidente da República eleito democraticamente; trata-se do Capitão Bolsonaro. Os militares aprenderam e ao invés de dar golpe de Estado, foram eleitos democraticamente pelo sistema constitucional.
Já desponta no poder vários ministros irão tomar posse no início de janeiro de 2019, além de inúmeros militares aposentados que estarão atuando como senadores e deputados federais. As forças armadas e a Igreja calórica ainda são as instituições mais respeitadas pelo povo brasileiro. As oposições e aqueles que se julgam de "esquerda", erraram desde os tempos da anistia (1979) e do governo Sarney, daí a desmoralização do poder, principalmente nos últimos quatro governos. Vale destacar que não há mais esquerda ou direita, mas sim situação e oposição. No mundo da atualidade, somente há Cuba, Vietnã e Coréia do Norte que se julgam socialistas (pois comunismo no mundo nunca existiu, mas sim socialistas). A Venezuela está caótica e fatalmente o governo do Maduro acabará caindo nos próximos dois anos.
Acabaram o muro de Berlim e União Soviética e todos os países socialistas mudaram (ressalvados os três citados), aí aparecem alienados no Brasil querendo impor socialismo. Brasil, sempre atrasado.