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O porcentual de famílias que relataram estar endividadas alcançou 62,7% em agosto, o que representa uma alta em relação aos 61,9% observados em julho e o maior nível deste ano, informou ontem a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).
Segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), o porcentual de famílias com dívidas ou contas em atraso também aumentou na comparação mensal, de 21,5% para 22,4% do total. Também houve alta da inadimplência em relação a agosto de 2014, quando o indicador ficou em 19,2% do total.
O porcentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso apresentou alta em ambas as bases de comparação, alcançando 8,4% em agosto de 2015, ante 8,1% em julho do mesmo ano e 6,5% em agosto de 2014.
Segundo os pesquisadores da CNC, os juros mais altos e a piora do mercado de trabalho explicam a alta da inadimplência. "Apesar da moderação no crescimento do crédito, a alta do custo do crédito e o cenário menos favorável do mercado de trabalho exerceram impactos negativos nos indicadores de inadimplência", diz a entidade.
A Peic mostra que, entre as famílias inadimplentes, o tempo médio de atraso nos pagamentos de dívidas foi de 60,9 dias em agosto - acima dos 59,7 dias de agosto de 2014.
São consideradas endividadas as famílias que relatam dívidas com cartão de crédito, cheque especial, cheque pré-datado, crédito consignado, crédito pessoal, carnês, financiamento de carro e financiamento imobiliário, entre outros.
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