Uma geração fadada ao sucesso. Um time que fez história. Uma das épocas de ouro do futebol chileno.
Esses foram alguns comentários ditos após o bicampeonato da Copa América conquistado pela seleção do Chile - em 2015, jogando em casa com apoio da sua torcida, e em 2016, na Copa América Centenário, nos Estados Unidos. Comandado pelo argentino Jorge Sampaoli, o time ficou conhecido pelo futebol rápido de toque de bola e movimentação que foi destaque nas conquistas.
Agora sob novo comando, do treinador colombiano Reinaldo Rueda, conhecido pelos brasileiros pelo trabalho realizado à frente do Flamengo, a La Roja quer continuar fazendo história e conquistar o histórico tricampeonato. Para isso, os chilenos vêm ao Brasil com 11 remanescentes da última conquista, em especial o atacante Alexis Sánchez que, apesar de uma fraca temporada no Manchester United, da Inglaterra, possui muita identificação com sua seleção e seu país. Além disso, o craque é considerado um símbolo dessa geração vencedora, que nunca conquistou nenhum outro título de tamanha importância ao longo da história.
Como teste para saber se, após esses três anos, o elenco ainda tem gás para figurar entre os gigantes da América do Sul, a seleção chilena já enfrenta um grupo difícil na primeira fase. O Chile está no Grupo C, ao lado de Japão, atual vice-campeão da Copa da Ásia, realizada ainda neste ano, Equador, que vem realizando um bom trabalho nas categorias mais jovens, e o sempre temido Uruguai, seleção com mais títulos da Copa América.
Se passar bem por esses confrontos, o Chile vai forte para a fase seguinte da competição, para dar continuidade ao caminho da glória.
* Texto supervisionado pelo editor.