O Ministério Público (MP) informou ontem que as duas ações, que estão sendo feitas pelo órgão em relação a saída do Banco Itaú na cidade de Poá, estão sendo analisadas pela promotoria de Justiça de Poá
O assunto começou após a prefeitura de Poá protocolar, no MP um documento solicitando a intervenção do órgão que envolve a saída Banco Itaú, para que a instituição não encerre as atividades da unidade empresarial em Poá.
Foi decidido pelo MP, que seriam feitas duas ações, uma da ouvidoria para que haja uma reunião entre o Banco Itaú, o Presidente da CPI de São Paulo e o Procurador Geral de Justiça e outra com o intuito de analisar a situação da saída do banco no município.
Estavam presentes o prefeito de Poá, Gian Lopes (PL) o procurador jurídico de Poá, Marcos Antonio Favaro e o secretário Municipal de Obras Públicas, Augusto de Jesus.
A reunião faz parte das tentativas da prefeitura para que o Itaú fique na cidade, pois a sede, que é responsável pelas operações de cartões e leasing, garante, aproximadamente, R$ 157 milhões ao município por meio do Imposto Sobre Serviços (ISS), o equivalente a 40% do valor do orçamento anual de Poá.
Na semana passada, o prefeito e sua equipe estiveram na sede do Banco Itaú Empresarial, no bairro do Jabaquara, zona sul de São Paulo e também no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, com o secretário de Estado de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi, para solicitar apoio do governo para que o Banco Itaú não encerre as atividades em Poá.
O outro lado
A Prefeitura foi questionada sobre a situação do banco na cidade, porém, não houve nenhum tipo de respostas.
*Texto supervisionado pelo editor.