Os eleitores vão às urnas mais uma vez neste domingo para decidir quem será o presidente da República pelos próximos quatro anos:  Fernando Haddad (PT) ou Jair Bolsonaro (PSL). Além disso, também será escolhido o governador do Estado de São Paulo, cargo disputado entre Marcio França (PSB) e João Doria (PSDB). A reportagem do Grupo Mogi News de Comunicação conversou com prefeitos, presidentes de Câmaras e deputados da região para saber as opiniões em relação ao segundo turno e o que esperam com os resultados.
A maioria dos prefeitos apoia França, como é o caso de Biritiba Mirim, Ferraz de Vasconcelos, Poá e Suzano. O prefeito de Biritiba, Walter Tajiri (PTB), contou que está confiante para os próximos anos e espera que o vencedor apresente um governo transparente. "As mudanças que houve no Congresso Nacional foram muito importantes para o que esperamos ser uma nova forma de fazer política. Estou confiante para os próximos anos e espero que seja um governo transparente e com eficiência, que traga o Brasil e o Estado para os trilhos do desenvolvimento". Ele também apontou que é preciso que os governantes tenham um olhar especial por Biritiba, já que é um município limitado pela Lei de Mananciais. Tajiri também apoia Bolsonaro.
Para o prefeito de Ferraz, José Carlos Fernandes Chacon (PRB), o Zé Biruta, o cenário político atual está dentro da normalidade. "Aguardo o resultado das urnas com tranquilidade, apoio Marcio França, mas para presidente não decidi em quem votar. Só espero que o próximo governante tire o Brasil da crise, que seja um presidente municipalista, liberando recursos para as cidades e promovendo igualdade social", disse. Zé Biruta ainda revelou esperar que o próximo governador do Estado atue da mesma maneira, com atenção aos municípios. O prefeito Gian Lopes (PR) de Poá, além de firmar apoio a França, apoia para presidente, Bolsonaro. "As prioridades de Poá são os recursos estaduais para a construção da segunda alça de acesso ao viaduto Tancredo Neves, e para melhorias na Segurança, Educação e Saúde. E em Brasília, a luta para manter os recursos do ISS (Imposto Sobre Serviço), em Poá", declarou.
O prefeito de Suzano, Rodrigo Ashiuchi (PR), definiu o período eleitoral como atípico, ou seja, que "as urnas refletiram diretamente a vontade do povo e os políticos precisam ter o entendimento e a humildade para aprender e refletir sobre o resultado". Ele não declarou apoio para presidente, mas, para governador, está ao lado de França. "Quem vencer deverá governar para todos, igualmente, sem distinções e, principalmente, sem distribuir o ódio", finalizou. Já o prefeito de Arujá, José Luiz Monteiro (MDB), informou que mantém a neutralidade e espera que os próximos governantes tenham sucesso no enfrentamento das dificuldades do Brasil.