A Câmara de Mogi aprovou dois projetos que criam novos cargos em quatro secretarias. Parte do efetivo será direcionado para repor vagas na administração municipal, enquanto outros reforçarão o quadro de funcionários. As propostas foram aprovadas com dois votos contrários. Durante a sessão, os vereadores aprovaram ainda uma alteração na lei que instituiu o Conselho Municipal de Políticas sobre Drogas.
Ao todo, 22 cargos foram criados. A Secretaria de Cultura contará com seis; a Secretaria de Planejamento e Urbanismo, três; a Secretaria de Finanças, 12; e a Secretaria de Saúde, um. A votação dos dois projetos gerou uma discussão entre a base da administração municipal, que justificou que os cargos são para preencher vagas que estão abertas pela aposentadoria de algum servidor ou para reforçar as pastas, como no caso da Secretaria de Planejamento, que contratará três arquitetos. Os vereadores Rodrigo Valverde e Iduigues Martins, ambos do PT, defenderam que os projetos chegaram em um momento inoportuno em decorrência da crise econômica que vive o Brasil.
Em relação a mudança na lei que criou o Conselho Municipal de Políticas sobre Drogas, o vereador Marcos Furlan (DEM) esclareceu que a alteração trata apenas de uma adequação na escolha dos membros do grupo. "Recentemente a cidade inaugurou o Caps AD (Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas), mas melhor que o tratamento é a prevenção. A criação do conselho já havia passado pela câmara. No entanto, o conselho contaria com a participação de representantes dos Alcoólicos Anônimos e dos Narcóticos Anônimos, mas por serem anônimas, não poderiam integrar o conselho, por isso, decidimos reformular a lei", esclareceu. (L.N.)