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A comerciante Maria de Fátima da Silva, de 52 anos, dona do 'Bar da Fátima', foi morta a facadas anteontem à noite, após desconfiar que um dos frequentadores do local tinha subtraído uma quantia em dinheiro, no tempo em que se ausentou do local. O caso ocorreu pouco depois das 22 horas, na rua Waldemar Augusto, no bairro Jardim Casa Branca, em Suzano
Maria de Fátima não foi a única vítima do suspeito. Uma testemunha que passava pela rua percebeu que a proprietária do estabelecimento estava sendo agredida e foi pedir ajuda. Uma borracheiro, 42, chegou até o local para tentar socorrer a mulher, mas foi esfaqueado no ombro. Ele não corre risco de morrer. A testemunha fugiu.
De acordo com o Setor de Homicídios de Mogi das Cruzes, o autor do crime foi o desempregado Walace Santos Nogueira, 23. Ele já possuía passagem por receptação e roubo quando era menor de idade. Em conversa com a reportagem, o delegado da Homicídios, Rubens José Ângelo, destacou que, num primeiro momento, Nogueira havia dito que não tinha relação com o crime, mas depois confessou ter matado a comerciante. Ele foi preso em flagrante.
O registro do caso aponta que o suspeito jogava em uma máquina caça-níquel dentro do bar, quando Maria de Fátima precisou se ausentar por alguns momentos. Ao retornar, a vítima teria percebido a falta de determinada quantia e teria acusado Nogueira do desfalque.
Segundo o próprio suspeito, a comerciante tentou agredi-lo com uma barra de ferro. O frequentador teria se desviado dos golpes e tomado o objeto da mulher. Quando o borracheiro se aproximou, Nogueira pegou uma faca e dado alguns golpes na mulher, que morreu no local. Em seguida foi a vez de o borracheiro ser atingido com uma facada no ombro ao tentar impedir a fuga do criminoso.
O Setor de Homicídios foi acionado e imediatamente começaram os trabalho para tentar identificar o criminoso. A testemunha que havia chamado o borracheiro foi localizada e contou o que viu. Diante das características físicas do suspeito os agentes localizaram Nogueira dentro de casa, já de roupa trocada. Ele ainda escondeu as vestes que usava no crime, assim como a faca usada para matar a comerciante.
"Além do crime de homicídio qualificado, o suspeito deverá responder por ser um apostador em jogos de azar", destacou o delegado da Homicídios de Mogi.
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