Novamente o "mogiano Neymar Junior" ganha as manchetes. Diferentemente do que se comprometeu quando se transferiu para o estrangeiro, não o faz em razão do sucesso que buscava mercê de inato dom futebolístico.
De tempos para cá, infelizmente, dada sua dificuldade em aprender com a vida, tem, cada vez mais, se notabilizado pelas ações além gramados. Não é novidade àqueles que acompanham sua trajetória a absurda agressão perpetrada contra torcedor de sua equipe - um dos que ajudam a bancar seus luxos e ostentações -, ao não se conformar com crítica sofrida.
Reflexão, comedimento, desculpas públicas, humildade, enfim, é o que deveriam ensejar os momentos posteriores à trágica atitude! Não foi o que se viu!
Protegido por companheiros de clube - os mesmos que lhe adulam constantemente -, quem sabe, julgou-se, outra vez, senhor da verdade! Logo em seguida, surge o infeliz episódio de denúncia de estupro. Sem ingressar em juízo de valor, cabe, no entanto, rápida análise sob as desculpas - acompanhadas de mensagens e imagens - que, no afã de defender-se, postou na mídia social.
Indesculpável, assim, que, enquanto ídolo, formador de opiniões, ainda veja a mulher como simples objeto, e, guiado por esse norte, escolha-a na internet como uma coisa qualquer, mandando busca-la para o desafogo de sua sexualidade, para que, mais tarde, com a vaidade do macho, se jacte ante os companheiros da "façanha" a que deu aso!
Inadmissível - eis que papel avesso à postura de atleta que se cuide -, que, entre seus rompantes de galanteador de prostíbulo, reclame à parceira que se apresse, pois já está bebendo!
Impróprio, ao final, que se justifique dizendo que lhe prepararam uma arataca.Já se passou de há muito o seu tempo de cultuado menino. Homem formado deveria, ao menos, saber evitar esparrelas como as noticiadas, submeter-se a situação tão vexaminosa e própria daqueles que perderam os sensos morais!
Como ser humano, Neymar é apenas um jogador de futebol.