O Brasil está dividido na política e em todos os setores. Mas, o que mais aflige é a divisão dos três poderes. Estas instituições deveriam se unir para projetar um país desenvolvido, com crescimento econômico e social, em vez das discussões baratas, interesses pessoais e as vaidades acima de tudo. A cólera tomou conta do Congresso Nacional. Na câmara e no senado há uma divisão. Os interesses políticos e pessoais estão acima de tudo e de todos.
O Supremo Tribunal Federal (STF) está também dividido, basta acompanhar as votações. No governo federal, mal começou a administração e surgiram inúmeras demissões. O que está faltando nas autoridades dos três poderes? Amor à pátria e brasilidade. Os homens e mulheres que integram estas instituições demonstram (na sua maioria), insensibilidade em relação ao povo brasileiro. As administrações são péssimas, os maus exemplos surgem a todo instante e os oportunismos estão na grande parte destes seres que dominam as instituições.
Os políticos e administradores não conseguem perceber ou não desejam perceber o que ocorre a todo instante: linchamentos, violência de toda ordem, estupros, torturas físicas e psicológicas, sem falar em roubos, assaltos e assassinatos. A quantidade de pessoas que estão com depressão, síndrome do pânico, medo e traumas cresceram assustadoramente na última década. A cólera tomou conta de grande número de pessoas que estão perambulando pelas ruas. O que fazer? Onde está a segurança? Ora, se os próprios policiais são perseguidos e assassinados, o que dirá dos pobres cidadãos? De quem é a culpa?
De todos os segmentos sociais, do Estado, da polícia, Justiça e das famílias. O mais difícil está suportar a cólera dos bandidos e torturadores que, sem piedade, atiram e põem fim à vida de seres inocentes. Recolher 80 tributos para os municípios, Estado e União e não ter o devido retorno, é uma lastima. A cólera não pode ser o aditivo para resolver os problemas de uma nação. Eis os desafios para gerações de hoje e de amanhã.