Empatia
Reduzir a xenofobia e fomentar a empatia de brasileiros com refugiados e migrantes que vêm da Venezuela é o principal objetivo da campanha "Histórias em Movimento". O lançamento foi feito ontem pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e a Agência da Organização das Nações Unidas (ONU) para Refugiados (Acnur), com o apoio da União Europeia.
Histórias
Os conteúdos podem ser conferidos nos sites e nas redes sociais do UNFPA Brasil e do Acnur. Os materiais de estreia trazem histórias de homens, mulheres e famílias venezuelanas que chegaram ao Brasil e estão conseguindo refazer suas vidas. Entre os temas, o acesso a serviços básicos, como educação, saúde e segurança, as particularidades dos povos indígenas da Venezuela no Brasil.
Exemplo
No domingo, uma reportagem especial do Grupo Mogi News destacou uma ação semelhante da concessionária Ecopistas, responsável pelo complexo Ayrton Senna/Carvalho Pinto (SP-70), que contratou refugiados para atuar na praça de pedágio de Itaquaquecetuba. Um exemplo a ser seguido em tempos de intolerância não só em relação a origem do outro, mas também quando a opinião é diferente daquela que defendemos.
Vulnerabilidade
A campanha também deve trazer demandas de populações em situação de maior vulnerabilidade, como crianças, pessoas idosas e LGBTI. O trabalho da Ecopistas volta a ser um exemplo, já que inclui também transgêneros, ou seja, pessoas que têm uma identidade de gênero diferente da que lhe é atribuída.
Aniversário
A cidade de São Paulo, onde nasci, comemora mais um aniversário nesta sexta-feira. Hoje são mais de 12 milhões de moradores, e alguns negócios estão trabalhando para mudar a forma como as pessoas se relacionam com a capital. Entre eles, a startup Popspaces que faz a conexão proprietários de imóveis vazios e pequenos empreendedores, buscando incentivar a economia compartilhada.