As festas chegaram e se vislumbra uma nova política, mas desta vez com os militares no poder. Ao invés de aplicar golpe ou revolução, como ocorreu em 1964, optaram por fazer política e tiveram êxito.
Elegeram um capitão aposentado e vejam os seus ministros e assessores: tenente-coronel Marcos Pontes (astronauta), na Ciência e Tecnologia; capitão Wagner Rosário, na Controladoria; coronel Tarcísio Gomes de Freitas, na Infraestrutura; e Almirante Bento Costa Lima, em Minas e Energia. É a volta ao poder, mas desta vez democrática e constitucionalmente.
General Antônio Hamilton Martins Mourão: vice-presidente; general Augusto Heleno Ribeiro Pereira: ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional; General Fernando Azevedo e Silva, Ministério da Defesa, era, até julho deste ano, chefe do Estado Maior do Exército. General Fernando Azevedo e Silva: Ministério da Defesa era, até julho deste ano, chefe do Estado Maior do Exército e, por sugestão do comandante da instituição, general Eduardo Villas Boas, assumiu como assessor. Azevedo e Silva foi companheiro de jogos esportivos de Bolsonaro e é amigo do general Mourão. General de Divisão Carlos Alberto dos Santos Cruz: Secretaria de Governo, Engenheiro militar Tarcísio Gomes de Freitas: Ministério da Infraestrutura (Superministério que engloba Energia, Petróleo, Transporte, Portos, Aviação Civil, Ferrovias, Saneamento, Recursos Hídricos, Mobilidade Urbana). Almirante de Esquadra Bento Costa Lima Leite - Ministério de Minas e Energia, Ministério de Ciência e Capitão do Exército Wagner de Campos Rosário: ministro da Controladoria Geral da União, entre outros.
Os civis que assumiram o poder no pós-movimento militar de 1964, não aprenderam e mergulharam o Brasil no abismo. Agora os corruptos, ladrões e oportunistas estão tremendo de medo. Mas, no resta apenas desejar que os novos dirigentes pensem na pátria e não em si. Com a chegada do Natal devemos visualizar um novo país.