Após não brigar por qualquer título em 2018, o Santos decidiu apostar tudo em um nome de peso para voltar a ser protagonista no Campeonato Paulista: Jorge Sampaoli. O treinador argentino foi a contratação de impacto realizada pelo presidente José Carlos Peres para a temporada de 2019. E quase a única para o começo do estadual.
Finalistas de todas as edições do Paulistão entre 2009 e 2016, o Santos não conseguiu exibir a mesma força nas duas últimas temporadas. A equipe caiu nas quartas em 2017 e nas semifinais em 2018. Este último desempenho foi um presságio do que seria o restante do ano, com campanhas abaixo do peso histórico do clube.
Para 2019, a partir da impossibilidade de Cuca seguir na Vila Belmiro por problemas de saúde, o Santos fez uma das principais contratações do mercado ao anunciar Jorge Sampaoli, um técnico que trabalhou nas duas últimas edições da Copa do Mundo, venceu uma Copa América pela seleção do Chile, faturou títulos pela Universidad de Chile e trabalhou no Sevilla, na Espanha.
O problema é que as ações do Santos não foram muito além disso. E o clube chega ao Paulistão enfraquecido por perdas expressivas, especialmente do lateral-esquerdo Dodô e do atacante Gabriel, que em 2018 foi artilheiro do Campeonato Brasileiro e da Copa do Brasil, pois o empréstimo de ambos chegou ao final com o encerramento da última temporada.
Até a quarta-feira, o Santos só havia fechado a contratação de um jogador para a temporada: o meia-atacante venezuelano Yeferson Soltedo, que chamou a atenção de Jorge Sampaoli por seu desempenho no futebol chileno e, inclusive, recebeu a mítica camisa 10 em sua apresentação. (E.C.)