A aprendizagem é a prioridade no espaço educativo. Para isso, é necessário acompanhar com atenção a transição dos ciclos estudantis."Os alunos especiais de escolas municipais lidam com um choque ao passar para as unidades estaduais. Isso ocorre porque o ensino municipal trabalha o social, enquanto nós (do Estado) priorizamos o educacional. É necessário preparar o estudante, para que não haja uma rejeição dele, nem dos pais por conta dessa mudança", explica  Rogata Netto.
A socialização é outra questão importante. A diretora Elinície da Silva explica que esse processo ocorre com a realização de projetos. "São iniciativas com as quais o aluno exercita sua autonomia e criatividade individualmente, sem se sintir pressionado". 
Segundo uma das professoras de inclusão da instituição, Josiane da Conceição, os alunos especiais aderem às atividades escolares, principalmente as voltadas à cultura. "Eles são pró-ativos, e até definem os temas das nossas apresentações", contou.