Raul Brasil
O alerta de um possível ataque terrorista a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) trouxe o massacre na Escola Estadual Professor Raul Brasil de volta ao noticiário nacional. Em reportagem do UOL, representante de organização da área de direitos humanos disse que o grupo de onde podem ter partido as ameaças é o mesmo que teria influenciado, ainda que indiretamente, ataques no Realengo (Rio de Janeiro) e em Suzano. E vai além, frisando que essas pessoas devem ser "levadas a sério".
Em liberdade
Por falar no ocorrido na escola Raul Brasil, vale lembrar que na semana passada três homens presos por envolvimento na tragédia tiveram suas penas convertidas em medidas restritivas e deixaram a unidade prisional onde estavam. A decisão foi da Vara Criminal de Suzano.
Quase um ano
O massacre na escola Raul Brasil deverá completar um ano dentro de algumas semanas. Aconteceu em 13 de março do ano passado, uma data que, com toda certeza, Suzano, a região e o país gostariam de esquecer.
Obras paradas
O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) atualizou seu painel sobre obras paralisadas e apontou que Suzano possui, além das sete que já estavam em desacordo com o cronograma, mais uma. Itaquaquecetuba, por sua vez, apresentou situação reversa, retomando trabalhos de uma obra, enquanto as outras cidades da região (Mogi das Cruzes, Poá e Ferraz de Vasconcelos) continuam na mesma situação que estavam até então.
Verificação
Hoje, a partir das 10 horas, o Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo (Ipem-SP) estará em dois pontos de Itaquaquecetuba para aferição de radares. A primeira parada será na avenida Ítalo Adami, próximo ao número 683. Serão verificados os equipamentos instalados nos dois sentidos. Em seguida, o trabalho será na rodovia Alberto Hinoto, próximo à avenida João Barbosa de Moraes e praça Eugênio Deliberato, no sentido centro-bairro.