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Esta semana é tida como fundamental para as centenas de funcionários e ex-funcionários do Hospital Municipal de Mogi das Cruzes (HMMC), em Braz Cubas, visto que nesta sexta-feira a Justiça deve se posicionar sobre o pagamento das verbas rescisórias por parte da Organização Social (OS) Pró-Saúde, responsável pelos contratos dos colaboradores.
Com a contratação encerrada em junho de 2019, a Pró-Saúde administrou o local por cinco anos, com a equipe de 393 colaboradores. Até o momento, poucos funcionários receberam os direitos trabalhistas, pelo impasse da prefeitura e a Pró-Saúde. O valor da verba rescisória giram em torno de R$ 6 milhões em verba rescisória.
Já em relação à Unidade Clínica Ambulatorial Fisioterapia e Reabilitação de Mogi (Unicafisio), parte dos funcionários já receberam a liberação do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), enquanto boa parte dos 28 trabalhadores do equipamento seguem buscando na Justiça seus direitos. De acordo com funcionários, as ações judiciais se deram de forma individual, estratégia que pode ser modificada em breve, após conselho de parte dos advogados do grupo, que informaram que uma possível solução seria uma ação coletiva.
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