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De volta aos trabalhos no Legislativo mogiano, o vereador Mauro Araújo (MDB) preferiu não se manifestar novamente sobre as investigações do Ministério Público (MP) sobre possíveis atos ilícitos do parlamentar e disse apenas que deve definir se manterá sua candidatura à presidência da Câmara Municipal até o final deste mês.
Há um consenso entre a maioria dos vereadores de que o seu partido, o MDB, terá direito à cadeira da presidência para o próximo ano, fato combinado entre a maioria dos parlamentares no início deste mandato, sendo que as quatro maiores siglas partidárias da câmara (PSD, PSDB, PL e MDB) teriam direito de indicar um parlamentar ao cargo.
O MP esteve na última quarta-feira no gabinete de Araújo na Câmara Municipal em cumprimento da ordem judicial de busca e apreensão dos objetos que podem servir como prova dos possíveis atos ilícitos cometidos pelo parlamentar. Ao todo, foram levados dois computadores e alguns documentos que serão analisados nos próximos dias.
Também durante a sessão de ontem, o vereador Rodrigo Valverde (PT) anunciou sua candidatura, prometendo trabalhar, caso seja eleito, por seus colegas, por sessões noturnas, tribuna livre e maior participação da câmara no cenário regional, tratando de propostas de interesse de Mogi das Cruzes e do Alto Tietê. "Uma batalha difícil", cravou o parlamentar Valverde.
Por outro lado, vereadores fizeram questão de descartar a possibilidade de chefiar o Legislativo mogiano. Caso de Antonio Lino (PSD), que esclareceu à Imprensa que não tem pretensões políticas neste sentido, afirmando estar envolvido neste momento com outros projetos. (F.A.)
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