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Após a partida do último sábado, no ginásio Hugo Ramos, no Mogilar, pela 2ª rodada do Campeonato Paulista de Basquete, jogadores e comandantes do Mogi Basquete falaram sobre as dificuldades de enfrentar o norte-americano Shamell Stallworth, ex-ala e ídolo do time mogiano.
O treinador Jorge Guerra, Guerrinha, disse estar muito feliz pelo comprometimento de Shamell com a partida e por seu comportamento em quadra. "A gente vê que ele estava preparado, muito competitivo e fez a diferença para São Paulo. Acho que se não tivesse o jogo dele para o São Paulo e o André não saísse, teríamos ganhado até com mais tranquilidade", afirmou Guerrinha, se referindo a ausência no último quarto do ala André Góes, por sentir um desconforto na coxa. "É bonito ver um jogador na idade do Shamell jogar de forma competitiva e com qualidade", destacou o treinador, deixando claro que é sempre melhor ter Shamell do lado de cá. "Ele poderia estar com a gente somando e agregando como sempre fez", lamentou.
Ainda sobre a presença do ex-companheiro de time, o ala-pivô Luis Gruber lembrou que na temporada passada o time possuía duas referencias no ataque - Shamell e JP Batista. Ambos desprendiam atenção especial dos adversários. "Um jogador muito difícil de enfrentar, um competidor nato. Tenho muito respeito por ele", destacou. (F.A.)
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