Entre as 14 escolas municipais fiscalizadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) em cinco cidades do Alto Tietê, apenas a Antonieta Maria da Fonseca, em Poá, mostrou um estoque irregular de alimentos. Em outras quatro unidades da região foram localizados pacotes de produtos abertos sem que estivessem devidamente guardados ou etiquetados.
A escola Antonieta também apresentou uma organização irregular dos alimentos abertos e, de acordo com o relatório, outras duas unidades educacionais de Poá, a Joviano da Silva e Professora Edi Greenfield tiveram o resultado considerado normal em relação aos ingredientes abertos, pois de acordo com as equipes de análise, não havia nenhum produto que já estivesse sendo utilizado.
Em Itaquaquecetuba, as escolas municipais José Marinho Ferreira e Shozayemon Setokuchi apresentaram um estoque regular nas análises do TCE, porém, nenhuma demonstrou uma forma correta de etiquetar os alimentos abertos, com nome do produto, data da retirada da embalagem e prazo de validade após a abertura.
O TCE também verificou um tema que está sendo adotado pelas escolas e solicitado frequentemente pelos pais, como os cardápios especiais, que atendem algumas doenças como diabetes, colesterol, alergias, anemia, além de pedidos de dietas vegetarianas e veganas, entre outras.
Cardápios
Das 14 escolas analisadas, dez apresentaram alunos que precisam de atenção nutricional e que necessitam de um cardápio especial. No entanto, somente na Escola Municipal Professora Primorosa Jorge do Nascimento, em Ferraz de Vasconcelos, alguém responsável pelo cardápio estava presente durante a fiscalização. A intolerância à lactose as diabetes foram as condições que os alunos mais apresentaram nas escolas analisadas pelo Tribunal de Contas do Estado.
*Texto supervisionado pelo editor.