Com a proximidade do inverno, que terá início no dia 21 do próximo mês, as baixas temperaturas já estão atingindo o Alto Tietê e as chuvas começam a ficar cada vez mais raras. Ainda assim, a estiagem não chegou definitivamente na região e o outono intercala períodos secos com chuvosos. Essas alterações podem ser vistas nas represas que compõem o Sistema Produtor do Alto Tietê (Spat), que registram aumento e queda no volume de água armazenado.
Dados da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) informam que a represa Ponte Nova é a que obteve maior elevação percentual. No último levantamento feito pelo Grupo Mogi News, no início do mês anterior, ela estava com 86,5% e até a manhã de ontem contabilizou 95%, uma elevação de 8.5 pontos percentuais. No ano anterior, na mesma data, o volume era de 61,3%.
Na Paraitinga, o aumento foi de 3 pontos percentuais, com 103% atualmente e 100% no começo de abril. No ano passado, na mesma data, o volume de armazenamento de água de Paraitinga era de 76,8%.
As principais represas da região, Taiaçupeba e Jundiaí, tiveram queda. A primeira estava em 108%, no levantamento feito no mês passado, e ontem apresentou 102%, o que representa um declínio de 6 pontos percentuais. No ano anterior, na mesma data, o volume era de 46,6%.
A queda na represa de Jundiaí foi exatamente igual. Na última avaliação feita pela reportagem, o local armazenava 106% do total da capacidade. Ontem, o espaço matinha 100%. Em 2018, no mesmo período, Jundiaí detinha 74,6%.
Biritiba é mais uma que registrou queda no volume de água até a manhã de ontem. Atualmente, o total é de 77,6%, sendo que, anteriormente, estava com 83,4%. A diferença é de 6.8 pontos percentuais. No ano passado, na mesma data, a represa tinha volume de 36,6%. (T.M.)
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