Além da Apeoesp, as prefeituras da região também foram questionadas pela reportagem sobra a mudança, porém, a maioria dos executivos municipais precisa de um tempo maior para discutir a ideia. Suzano afirmou que é preciso refletir se esta alteração pode ou não atrapalhar as famílias, já que normalmente no fim de dezembro e em janeiro, as famílias se programam para tomar conta dos filhos menores que estão em férias. "A pasta avalia que o tema deve ser bem estudado, já que a mudança pode ser adequada à faixa etária atendida pelo Estado (crianças mais velhas e adolescentes, que são mais independentes), mas pode ter complicações na implantação em nível municipal (que atende bebês e crianças mais novas na Educação Infantil e Ciclo I do Ensino Fundamental)''.
Em Ferraz de Vasconcelos, a Secretaria de Educação explicou que o calendário é feito pelo grupo de supervisores e diretores e aprovado pelo Conselho Municipal de Educação e que será feito estudos sobre um calendário mais adequado. A prefeitura disse, também, que a melhoria da educação não está relacionada às férias e sim ao trabalho efetivo de professores e alunos.
Segundo a secretária de Educação de Mogi das Cruzes, Juliana Guedes Melo, a pasta ainda está analisando as mudanças e que o assunto não foi discutido com o prefeito Marcus Melo (PSDB), porém, Juliana afirmou que não há pretensão de adesão do modelo e que não tem uma opinião formada sobre o assunto.
Itaquaquecetuba informou que está aguardando informações e a oficialização por parte do Estado sobre o novo modelo de férias. A administração também disse que está procurando acompanhar o período estipulado para que seja um fator facilitador para as famílias,. Em Poá, a prefeitura afirmou que a proposta será analisada pela Secretaria Municipal de Educação.
*Texto supervisionado pelo editor.