Até o final do mês de julho, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo apresentará à Imprensa o planejamento geral da criação dos 11 polos industriais anunciados quinta-feira pelo governador João Doria (PSDB). A exibição também será feita aos responsáveis pelas unidades. Antes da entrega, eles discutirão, junto à pasta de desenvolvimento econômico, sobre os maiores impasses que podem dificultar a produtividade e a competitividade.
Na região do Alto Tietê, que receberá oito polos, o setor automotivo vai abranger a cidade de Mogi das Cruzes, Arujá, Ferraz de Vasconcelos, Guararema, Itaquaquecetuba, Poá, Suzano e Santa Isabel.
Já na área de derivados do petróleo e petroquímico, os municípios receptores das atividades serão Arujá, Itaquaquecetuba e Suzano. As três também estão incluídas no setor de metal-metalúrgico, máquinas e equipamentos; além de Biritiba Mirim, Mogi, Poá e Ferraz.
Elas também estão incluídas nas áreas de químico, borracha e plástico, com exceção de Poá. Os municípios que vão receber polos de saúde e farmácia, serão Arujá, Ferraz de Vasconcelos, Guararema, Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes, Poá, Santa Isabel e Suzano.
Os polos de biocombustíveis na região do Alto Tietê estarão instalados em Arujá, Itaquaquecetuba e Suzano. Já alimentos e bebidas terá atuação em sete cidades, sendo elas Arujá, Ferraz de Vasconcelos, Guararema, Itaquaquecetuba, Mogi, Poá e Suzano. Em têxtil, vestuário e acessórios, além das cidades citadas acima, as demais da região também vão ser atendidas; com exceção de Salesópolis, que não receberá nenhum polo industrial.
Segundo o governo do Estado, não será oferecido nenhum tipo de investimento ou redução do pagamento de impostos para as cidades que fazem parte da criação dos 11 novos polos industriais. A intenção é aprimorar a visibilidade econômica dos municípios e aumentar o número de empresas interessadas em investir negócios nas cidades.
* Texto supervisionado pelo editor.