Caiu pela metade a quantidade vítimas fatais em acidentes de trânsito no mês de abril em Suzano, Poá, Itaquaquecetuba e Mogi das Cruzes em relação ao mesmo período do ano passado, segundo balanço divulgado ontem pelo Sistema de Informações Gerenciais de Acidentes de Trânsito do Estado de São Paulo (Infosiga-SP).
Os 16 casos registrados no quarto mês de 2018 tiveram redução e somaram ao longo dos 30 dias deste ano apenas oito mortes. Itaquaquecetuba, foi o único desses municípios da região analisados em que houve aumento no número de vítimas fatais: uma morte ante três registradas em abril deste ano, representando um aumento de 200%.
Estes são os números mais atualizados do levantamento que analisa os acidentes de trânsito em todo o Estado de São Paulo.
O saldo positivo ficou com as outras três cidades. Encabeçando o ranking de queda no número de vítimas fatais em acidentes nas estradas paulistas, aparece Mogi, com redução de 75%, saindo dos oito casos para as atuais duas ocorrências com óbitos. Na sequência, Suzano, de cinco para dois casos (queda de 60%) e Poá, que havia registrado duas mortes anteriores e agora somente uma.
Para os mogianos, o que chama atenção é a inconstância dos números registrados em abril nos últimos quatro anos. Isso porquê, no ano passado, houve oito mortes nas estradas municipais e nas rodovias que cortam a cidade, número que havia despencado um ano antes, quando em 2017, apenas uma pessoa morreu. Em 2016 o número voltou a subir de forma considerável, para dez ocorrências com vítimas fatais.
São Paulo
Os finais de semana continuam sendo os dias com mais acidentes que resultaram em vítimas fatais, sendo que o domingo figura como o mais perigoso, com 138 mortes no Estado, e o sábado logo na sequência com 123 óbitos. Ainda em âmbito estadual, as principais vítimas são os pedestres com mais de 200 mortes registradas.
A redução analisada no Alto Tietê acompanhou o ritmo da maioria das cidades, já que o número de mortes nas estradas paulistas teve queda de 15% em comparação de abril de 2019 com o mesmo mês do ano passado. Foram 400 mortes registradas, contra 471 anteriormente.
*Texto supervisionado pelo editor.