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Está dada a largada oficial para a produção de doces e salgados da Festa do Divino Espírito Santo de Mogi das Cruzes. As iguarias dessa tradicional festividade religiosa e folclórica, que ocorrerá de 30 de maio a 9 de junho, são confeccionadas por um grupo de voluntários, homens e mulheres, os zangões e as abelhinhas - como são chamados -, na Casa da Festa, localizada no Mogilar.
No momento, há cerca de 30 pessoas trabalhando no local, mas este número chega a 70 pessoas, já no período próximo do início da festa, sem contar os cerca de 50 voluntários que atuam na Barraca da Associação Pró-Divino, onde são vendidas as iguarias como doce de abóbora, mamão, laranja, batata doce, sagu e arroz doce. Há, ainda, os salgados, dentre eles o tradicional tortinho, coxinha e pastel (carne e queijo). A confecção deles, no entanto, se dá somente na semana do início da Festa do Divino.
Na última terça-feira, este grupo recebeu a visita dos festeiros Marcelo Braz e Sueli Moraes Braz e capitães de mastro Antônio José e Maria Auxiliadora Mercado Martins, com as suas respectivas bandeiras, e do padre Aleksandro Basseto Moreira, que fez a bênção das abelhinhas e zangões. A coordenação da Casa da Festa é de Miled Cury Andere e Márcia Andere, pai e filha.
O festeiro Marcelo Braz falou sobre a caminhada de fé, que ele percorre ao lado da esposa, dos amigos e capitães de mastro, e pediu proteção ao trabalho das abelhinhas e zangões: "O Espírito Santo conduz o nosso trabalho, e pedimos que Ele proteja cada um de vocês". A festeira Sueli expressou gratidão ao grupo de voluntários.
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