A implantação de uma unidade do restaurante Bom Prato, no distrito de Jundiapeba, voltou a ser discutida na câmara. Anteontem, um novo modelo para o restaurante foi divulgado aos vereadores mogianos durante uma reunião com a secretária de Estado de Desenvolvimento Social, Célia Parnes. A proposta envolve a iniciativa privada junto com o poder público, ou seja, o privado paga por 50% do local e o Estado pelos outros 50%, sendo o Executivo responsável por ceder a área. "Estivemos nessa reunião com o deputado federal Marco Bertaiolli (PSD) e nos apresentaram uma ideia nova para o Bom Prato", informou ontem Edson Santos (PSD). 
O vereador Antonio Lino da Silva (PSD) comentou que empresários da cidade que tenham interesse em participar do projeto podem até mesmo conseguir isenção de impostos. "Isso é importantíssimo e o governo tem essa missão junto com a prefeitura. O Bertaiolli topou em conversar com empresários para fazer parcerias que ajudem a custear, então as empresas podem ver por outro lado e abater no imposto, por exemplo", disse.
Outro assunto debatido em plenário foram os assaltos na Escola Municipal Doutor Benedito Laporte Vieira da Motta, em Jundiapeba. O local foi furtado duas vezes em cinco dias. "O pior é que não é só essa escola, muitas outras também são alvos desses problemas, mas Jundiapeba é um distrito grande com muitos equipamentos públicos, precisamos de um destaque da Guarda Municipal lá", cobrou o vereador Iduigues Martins (PT).
A situação envolvendo assaltos em instituições de ensino fez com que Lino lembrasse de um projeto de integração de câmeras de segurança de munícipes na rede de compartilhamento da prefeitura. "Primeiro temos que integrar as escolas e órgãos públicos no Ciemp e depois pedir as câmeras privadas. Vou conversar com a Educação e a Segurança para saber como está esse assunto", apontou. (L.P.)