As represas Taiaçupeba e Jundiaí, as principais de Mogi das Cruzes, seguem com números preocupantes para a população da região. No início desta semana foi preciso alertar os moradores em razão do risco de alagamentos. Muitos deles tiveram, de fato, suas casas ilhadas pelas fortes chuvas. Alguns munícipes cogitaram a possibilidade de que as represas pudessem ter transbordado, haja visto a velocidade com que a água invadiu as residências.
A média histórica para o Sistema Produtor Alto Tietê (Spat) era de 172 milímetros de água e, apenas na primeira quinzena de março, já atingiu os 186 milímetros. A porcentagem total de nível das represas do Alto Tietê está em 87,6%, com base nos dados da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).
A represa de Taiaçupeba sofreu aumento pluviométrico de 3,94% de quinta para sexta-feira. Ela apresentou o volume total de água de 112,8% e continua preocupando a população.
Já a represa de Jundiaí, que apresentou declínio de 0,2% de quarta para quinta-feira, voltou a sofrer aumento no volume de água em razão das chuvas do período da tarde de quinta- feira passada. Ela contabiliza, atualmente, 104,8% do total da capacidade.
A represa de Biritiba, que também havia entrado em declínio de 80,51%, na última quarta-feira, para 80,03%, na quinta-feira, voltou para os 80,51% ontem.
Sofreram aumento também as represas Paraitinga e Ponte Nova. A primeira, aumentou 1,04%, passando de 86,8% para 87,7%. Já a segunda foi de 77,3% para 77,8%, crescimento de 0,75%.
*Texto supervisionado pelo editor.