O menor de idade estava em casa no momento da apreensão e foi levado ao Instituto Médico Legal (IML) de Suzano para passar por um exame de corpo de delito. Depois do exame, o jovem foi encaminhado para o fórum da cidade.
Na quinta-feira passada, o adolescente já havia se apresentado à Justiça porque já era considerado suspeito, porém, após negar envolvimento com o crime, ele foi liberado. Durante a investigação, os celulares dele e dos dois atiradores, Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Luiz Henrique Castro, de 25, foram analisados e foi encontrado, pela polícia, conversas dos três sobre o planejamento do crime.
O adolescente ficará internado provisoriamente durante 45 dias, em uma unidade da Fundação Casa, a qual não foi divulgada por medidas de segurança. Se o prazo se encerrar e não houver sentença judicial que determine a internação definitiva, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) vai estabelecer a liberação do menor. Do contrário, se ele receber a sentença definitiva, o prazo é de no máximo três anos de internação.
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