As represas que formam o Sistema Produtor Alto Tietê (Spat) operam com 52,4% da capacidade. Os números representam um aumento pouco maior do que um ponto percentual em comparação com o mês passado, quando o sistema era operado com 51,6% do volume total. Apesar disso, nos reservatórios, o índice de chuvas continua abaixo do esperado para o mês. De acordo com os dados mais recentes da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) que monitora a situação dos mananciais, o registro de ontem foi de 165 milímetros, enquanto a média histórica para este período é 246 milímetros.
O Spat é compostos pelas represas de Paraitinga e Ponte Nova, ambas em Salesópolis, Biritiba (Biritiba Mirim), Jundiaí (Mogi das Cruzes) e Taiaçupeba (na divisa entre Mogi e Suzano). Atualmente o maior volume armazenado é de 55,7%, registrado na represa Ponte Nova. Que mesmo apresentando o maior valor entre os reservatórios que estão nas cidades do Alto Tietê, sofreu baixa em comparação ao mês anterior, quando operava com 57,5% da capacidade.
O menor volume da região é da represa Biritiba, que opera com apenas 31,4% do volume total. Nos primeiros cinco dias de janeiro a represa operou com 26,9%, o que representou o menor índice de todas as represas que compõe o Spat. Em Paraitinga, a capacidade registrada ontem era de 50,4%, porcentagem maior do que os 41,3% ocupado que foram registrados a um mês. Desde o final de dezembro, o volume da represa aumentou gradativamente, até chegar nestes valores atuais.
Em Taiaçupeba, também houve o registro de aumento percentual em comparação com o dia 21 de dezembro. Na ocasião, foi registrado o volume de 42% do total.
O volume se manteve praticamente igual na represa Jundiaí, que terminou o ano com 50,2% de sua capacidade, e segundo os dados da Sabesp, estava ontem com o mesmo valor.
Em todo o Estado de São Paulo, o menor nível registrado está no Sistema Cantareira, que no último mês subiu de 38,4% para 42,4%, e o maior, no Rio Claro, com 84,8%. O volume total armazenado pelas represas da Região Metropolitana do Estado de São Paulo (RMSP) é de 51,5%.
*Texto supervisionado pelo editor