O secretário da pasta estadual de Cultura, o mogiano Romildo Campello, deixará o cargo no ano que vem com uma avaliação positiva do período. O secretário ressalta, entre as conquistas e avanços da frente estadual, o aumento de R$ 34 milhões de verba para a Secretaria em relação a 2017.
Campello revelou que, após entregar o cargo, que será ocupado pelo atual ministro da Cultura, Sérgio de Sá Leitão, vai descansar e ressaltou que logo após as férias, depois de dois anos se dedicando ao setor cultural de São Paulo, irá planejar seus objetivos na política.
O chefe da pasta destacou três de todos os trabalhos em que esteve a frente, como por exemplo, a implementação da Nota Fiscal Paulista Cultural sem a inclusão do CPF. "Do mesmo modo que existe para as entidades sociais, agora tem também para as entidades de cultura, regulamentado esse ano", explicou Campello. O segunda ação que ele destaca é o lançamento do aplicativo Sistema Estadual da Cultura (SEC). "O aplicativo permite que as prefeituras e os coletivos independentes culturais cadastrem todas as suas atrações e as informações ficam disponíveis para todo o Estado", explicou, ao ressaltar ainda que o objetivo é que o aplicativo seja a grande agenda de cultura do Estado. A ferramente on-line SEC já está disponível para o sistemas Android e ainda está em análise para entrar nos sistema IOS.
A terceira ação destacada pelo titular da pasta foi a solicitação de um estudo para a Fundação Getúlio Vargas (FGV), que mede o tamanho do investimento do Programa de Ação Cultural (ProAc) na produção e na economia. "A FGV mostra que, quando se investe na cultura, também se fomenta a Indústria. Como, por exemplo, uma peça de teatro, além dos atores, a ferramenta mostra o número de empregos indiretos gerados. A compra de tecidos, por exemplo, também fomenta o setor industrial. Isso mostra que a cultura também é importante para alavancar a economia", avaliou o secretário. A pesquisa apontou que o ProAc teve um impacto direto sobre o Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 82,1 milhões que gerou nos últimos 5 anos 1.321 empregos.
*Texto supervisionado pelo editor.