A Secretaria Municipal de Saúde apresentou o Plano de Contingência Municipal de Arboviroses Urbanas e Febre Amarela 2018 - 2019 durante a sessão de quarta-feira passada, na Câmara de Mogi das Cruzes. No evento, foram apresentados também os últimos resultados da Avaliação de Densidade Larvária (ADL), estudo que mostra os focos de infestação de mosquitos Aedes aegypti em toda a cidade.
A ADL é realizada quatro vezes por ano, nos meses janeiro, abril, julho e outubro, sendo que a última está em fase final. Em janeiro, o maior índice de infestação foi registrado na área 4, que compreende bairros como Vila Oliveira, Socorro, Vila Natal, Alto da Boa Vista, Mogi Moderno, Shangai, Centro Cívico, Caputera, Real Park e Conjunto Cocuera. Em abril, a alta se concentrou na área 1, onde estão Jundiapeba, Conjunto Santo Ângelo, Varinhas, 9 de Julho, Parque São Martinho, Pindorama, Barroso, Quatinga e Taiaçupeba. Em julho, os índices de infestações foram satisfatório, com exceção da área 4.
O Plano de Contingência vem sendo atualizado com base nas orientações técnicas repassadas por órgãos como Ministério da Saúde e Superintendência de Controle de Endemias (Sucen) e também de acordo com a realidade do município. "Nossa principal preocupação no cenário atual são os catadores informais de materiais para reciclagem e os acumuladores", adiantou o secretário municipal de Saúde, Marcello Cusatis, que esteve na Câmara atendendo a um pedido do vereador Protássio Nogueira.