O programa de iluminação pública de Mogi das Cruzes, o "Ilumina Mogi", já instalou 43 mil lâmpadas por toda a cidade desde agosto de 2015. Destas, há uma média de 0,5%, cerca de 200 luminárias, na lista de solicitação de manutenção do serviço. De janeiro a agosto deste ano, o programa proporcionou 477 novos pontos de iluminação pública. Ainda estão previstas 161 lâmpadas convencionais até o fim do ano em diversos locais do município. 
A manutenção e ampliação do sistema são realizados pela prefeitura, por meio de empresas contratadas e, de acordo com a Secretaria de Obras, o trabalho conta com o importante apoio da população, que pode informar, de maneira digital e interativa, os locais que precisam de reposição de lâmpadas. Os mecanismos para tornar esse serviço possível são por meio do telefone 156 (digito 5), ou pelo aplicativo Telegram Geolux (atendimento.geolux.com.br/mogidascruzes).
O secretário de Obras, Walter Zago, disse que o sistema tem como objetivo facilitar a interação com a população. Também há a opção de acessar o site da prefeitura, em Carta de Serviços, escolhendo a opção obras e serviços urbanos e, em seguida, iluminação pública: troca de lampadas queimadas, quebradas e com defeitos e por último clicar no link de "acessar serviço".
O subsídio desse serviço de manutenção é feito pela contribuição para o Custeio do Serviço de Iluminação Pública (CIP), previsto pela Constituição Federal, que já arrecadou, de abril, maio e junho deste ano,
R$ 3.531.545,35.
A cobrança, desde que foi criada, em dezembro de 2014, aconteceu por meio das contas de energia emitidas pelas empresas EDP Bandeirantes e Cooperativa Rural de Mogi das Cruzes. Quando o imóvel não utiliza energia elétrica (como por exemplos terrenos), o valor cobrado pelo Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) é de R$ 14 por metro linear de toda a via (avenidas e ruas).
A Lei complementar, sancionada no ano passado, obriga a destinação de 25% da arrecadação para a finalidade específica de ampliação e modernização do parque de iluminação pública. Os demais 75% são destinados para a manutenção do sistema. A cobrança aos munícipes é definida por uma tabela única, de acordo com a faixa de consumo.
*Texto supervisionado pelo editor.