No Alto Tietê, 28.801 residências, comércios ou indústrias possuem o abastecimento de gás natural. No ano passado, foram utilizados 281.693.533 metros cúbicos (m³) do combustível. Na região, apenas Biritiba Mirim, Guararema, Salesópolis e Santa Isabel não contam com o recurso. O levantamento integra o Anuário de Energéticos por Município, publicado pela Secretaria de Estado de Energia e Mineração.
De acordo com as informações da pasta, na região, Mogi das Cruzes é a cidade que conta com o maior número de pontos que são abastecidos por gás natural. As ligações residenciais puxam os números. Segundo o anuário, em 2017, 19.892 casas contavam com o combustível e os mogianos consumiram 3.208.487m³, seja na cozinha ou no aquecimento dos chuveiros, por exemplo. Já o comércio é responsável por 252 unidades dessa fatia. O consumo foi de 985.607 m³, seguido da Indústria, com 20 pontos que correspondem o gasto de 42.792.864 m³. Ao todo, Mogi tem 20.169 pontos que consumiram, em 2017, 50.920.272 m³ de gás natural.
Suzano, mesmo na segunda posição no ranking de consumidores do combustível, registrou o maior consumo do Alto Tietê no ano passado. Foram 181.707.302 m³. O município conta com 7.400 ligações, nas quais 7.293 residenciais, 78 comerciais e 27 industriais, além de postos de combustíveis que comercializam o gás.
Ao todo, o Alto Tietê conta com 28.347 casas que possuem rede de gás natural, além de 332 que são conectados ao sistema e 113 indústrias que contam com o combustível. O maior consumo é registrado nas empresas, que pelos dados do anuário utilizaram no ano passado 264.982.697 m³, o que representa 94% do total consumido pela região em 2017.
Segundo a Secretaria de Estado de Energia e Mineração, o objetivo Anuário de Energéticos por Município é disponibilizar uma ferramenta para que "gestores municipais públicos e privados possam desenvolver atividades regionalizadas de planejamento energético e ao mesmo tempo estimular o empreendedorismo local gerando emprego e renda para a população".