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A Câmara de Mogi solicitou que a prefeitura crie mecanismos para desburocratizar o processo para implantar novas indústrias e empresas. Os parlamentares avaliaram ainda, que a Lei de Uso e Ocupação do Solo "engessou" alguns bairros do município e impede que comércios se instalem ou regularizem sua situação.
O vereador Mauro Araújo (MDB) informou que já foi procurado por pessoas que querem regularizar os comércios, mas que não conseguem pela burocracia. "O governo Federal autorizou a construção de um aeroporto, mas Mogi não consegue abrir uma lanchonete. Não dá para gerar empregos, riqueza e desenvolvimento. Esta cidade se perdeu na 'burrocracia'. Hoje, a Vila Oliveira tem dezenas de comércios irregulares, pois as pessoas não conseguem se normalizar. Precisamos escolher o modelo que vamos seguir, a legislação e como fazer para gerar empregos e oportunidades aos jovens", disse.
O vereador Antonio Lino da Silva (PSD) ressaltou que as empresas e o comércio geram importantes tributos para a cidade. "Se não fomentarmos a desburocratização e incentivo para a indústria e o comércio, vai faltar recursos para investimentos amanhã", reforçou.
O presidente da câmara, Pedro Komura (PSDB), avaliou que a Lei de Uso e Ocupação afetou vários bairros. "A Lei do Zoneamento está engessada. Na rua Salvador Cabral, por exemplo, temos vários galpões antigos que não conseguem ser utilizados", acrescentou. (L.N.)
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