Quatro dos cinco principais índices criminais divulgados ontem pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) apresentaram queda no período de janeiro a agosto de 2017 se comparado com os mesmos meses deste ano: homicídio, roubo, roubo de veículos e furto de veículos. Apenas os casos de furto tiveram um aumento de 7%. Os dados são referentes às cidades de Ferraz de Vasconcelos, Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes, Poá e Suzano.
A maior queda foi nos casos de homicídios, com 22%. De janeiro a agosto de 2017 foram 65 casos, enquanto que no mesmo período deste ano foram 51. Em 2017, a cidade que mais registrou casos foi Suzano, com 23, já este ano, foi Itaquá, também com 23. Ferraz e Poá registraram menos casos durante os dois períodos. Para se ter uma ideia, em Ferraz foram 11 homicídios em 2017 e cinco este ano, e em Poá, sete no ano passado e cinco neste ano.
Em segundo lugar no ranking, o índice que apresentou a maior queda foi o roubo de veículo, com 15%. Só de janeiro a agosto do ano passado foram 1.628, enquanto que este ano foram 1.387. No ano passado, Itaquá foi a cidade que registrou o maior número de casos: 603. Já neste ano, Suzano ficou em primeiro lugar, com 445.
Em seguida está o índice de roubo, que teve queda de 14%. No primeiro período analisado foram 5.105 casos, enquanto que neste ano, foram 4.404 e, mais uma vez, Itaquá e Suzano lideram o ranking dos municípios que registraram o maior número de ocorrência durante os períodos. Itaquá, por exemplo, em 2017, teve 1.605 casos de roubo, já neste ano, 1.798. Apesar do índice total ter queda, houve um aumento de 12%. Já em Suzano, foram 1.651 ocorrências de roubo ano passado, e 1.190 este ano. Os furtos de veículo também tiveram uma queda significativa de 3% nas cinco principais cidades do Alto Tietê, com 1.634 casos de janeiro a agosto de 2017, e 1.585 este ano.
Furtos registram elevação
Os crimes de furtos aumentaram em 7% e a cidade que mais registrou casos foi Mogi das Cruzes, com 2.052 ano passado, e 2.108 neste ano, um aumento de 2%. Poá registrou os menores casos, sendo no ano passado 617 e este ano 689, aumentando em 11%.