Há uma enxurrada de diagnósticos e previsões sobre a economia do Brasil, tendo a reforma da Previdência como assunto preponderante e, agora, depois da vitória acachapante no primeiro turno na câmara, mesmo com as novas votações, parece que está claro que será aprovada.
A ora oposição grita, critica e mente, como sempre fez, e o tempo vai passando e as coisas acontecendo, mais lentas do que necessitávamos, é verdade, mas o fato é que estamos avançando. Em seguida, vêm a reforma tributária e, possivelmente, novos ajustes trabalhistas, a lei anticrime e, depois, a reforma política, todas amplas e profundas, se feitas como se requer sendo que, paralelamente, o Brasil continua vivendo e sendo governado, com cortes de gastos dispensáveis, outrora impregnados na máquina pública, demissão de funcionários desnecessários, encerramento de benefícios espúrios, privatizações e venda de ativos da União.
Há ainda leilões e concessões para fazer caixa e reduzir déficit e juros, apresentação da medida provisória da liberdade econômica que favorece o empreendedor e facilita a vida do cidadão, liberação de vistos para países-chaves na promoção do turismo no Brasil, vários e interessantes acordos comerciais com potências como EUA, UE e Israel, novas aberturas comerciais de exportação para China e Índia, aprovação da lei da Empresa Simples de Crédito, retomada das construções da infraestrutura, estagnada e defasada há tempo, incremento das ações investigativa, preventiva e corretiva das polícias, implicando a redução da criminalidade, programas de fomento para o pequeno agricultor, início da operação Lava Jato da educação, programa ciência na escola, reestruturação e otimização do programa Mais Médicos, já com resultados, ações efetivas de assistência social como o 13º do Bolsa Família, campanha e leis de proteção a idosos, mulheres e deficientes
Tudo isso, com a bolsa batendo recordes e o dólar relativamente estável. Melhor do que muitos dos diagnósticos que vemos, é observar o senhor mercado - sabe muito!