A China lamentou ontem a "interferência flagrante" nos assuntos internos de Hong Kong do presidente americano Donald Trump, que disse que os manifestantes que invadiram anteontem o parlamento desta ex-colônia britânica, devolvida à Pequim em 1997, "querem democracia". Em uma mensagem forte, o porta-voz do ministério das Relações Exteriores, Geng Shuang, assegurou que os Estados Unidos não devem "apoiar de forma alguma aqueles que recorrem à violência e violam a lei".