Os yogues o sabem depois de milênios! Cientistas o demonstram hoje: para ganhar a paz do corpo e do coração, não vejo porque não se submeter à respiração! Em profundidade, rítmica e lentamente, e em tudo consciente. Colocando aí, portanto, tudo do mesmo e um pouco mais de si.
Respirar só depende de nós! Já que ao ser biologicamente equipados para uma respiração otimizada, somos, também feitos de pensamentos e de afetos. Nossa respiração está diretamente ligada às nossas emoções, explica um médico do esporte. Na medida em que elas nos perturbam, a respiração se modifica! Ao se manter a respiração dentro de frequência rápida, correspondente a um estado de tensão ou de ansiedade, prolongamos esta emoção. Como somos os únicos seres vivos com possibilidade de atuar sobre a frequência e a amplitude de nossa respiração, a primeira coisa a fazer é o de abaixar a frequência respiratória para fazer baixar o estresse. A frequência média, em geral, é de quinze respirações por minuto. Com as pessoas mergulhadas em um estado meditativo, ela desce a seis, ou menos!
Os maiores especialistas em ciências do cérebro e as instâncias budistas, presididas por Dalai Lama, liberaram resultados de estudos conduzidos depois de vários anos sobre os monges. Suas conclusões: a meditação, isto é, a ação de apaziguar o corpo e o espírito regulando sua frequência respiratória, age sobre o cérebro do mesmo modo que um medicamento anti-estresse. Registros obtidos graças a imagens obtidas por ressonância magnética (IRM) indicam que o cérebro emocional de meditabundos não reage a estímulos exteriores agressivos e que sua atividade cardíaca permance inalterada.
O ar que se inala é uma sutil mistura de oxigênio, cerca de 20%; de nitrogênio, cerca de 79%; de vapor d'água e de gás carbônico. Oxigênio que alimenta os glóbulos vermelhos do sangue, que o distribui, por sua vez, para todos os tecidos e órgãos do corpo. À medida que melhor respiramos, melhor alimentamos nosso organismo.