Seis executivos da refinaria Citgo, cinco deles americanos, estão há um ano e três meses presos na Venezuela. Segundo seus parentes, são acusados falsamente de corrupção. O destino deles, em meio ao impasse entre o presidente Nicolás Maduro e o líder opositor Juan Guaidó, é incerto, assim como o da empresa para a qual trabalham, sediada nos Estados Unidos, mas controlada pela estatal venezuelana PDVSA.