O Greenpeace pediu ontem a imediata suspensão das atividades nas 167 barragens de resíduos de mineração da Vale em operação em todo o país para evitar mais uma tragédia. "Será que todas elas também são bombas ativas que podem explodir a qualquer momento?", questionou o geógrafo Marcelo Laterman, da campanha de Clima e Energia, da ONG, que está em Brumadinho, onde a barragem do Córrego do Feijão rompeu na última sexta-feira, deixando pelo menos 60 mortos.