A greve dos policiais militares do Ceará, que culminou com o senador Cid Gomes (PDT-CE) baleado, o apoio ao setor por políticos locais ligados ao bolsonarismo e o aumento de 41,7% dado à PM pelo governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), viraram motivos de preocupação para os demais governadores do país. No grupo de WhatsApp que reúne os 27 mandatários estaduais e em conversas bilaterais, eles têm manifestado temor de que casos como o do Ceará se espalhem pelo resto do país.