A Secretaria de Habitação Social e Regularização Fundiária de Mogi das Cruzes realizou, na quinta-feira (27/2), a primeira reunião do ano com o Conselho Municipal de Habitação. O encontro serviu para criar um canal de diálogo e transparência entre os representantes do poder público e da sociedade. Um dos temas abordados na reunião foi a criação da conta do Fundo Municipal de Habitação, após uma série de trâmites burocráticos solucionados, o que facilitará a obtenção de recursos para ações na área de habitação.

“Foi uma reunião produtiva e democrática, na qual começamos a construção de um diálogo que será permanente e extremamente útil para os avanços que queremos implementar no setor. Recebemos representantes de vários segmentos e apresentamos nossas propostas, que incluem o fortalecimento da política habitacional em Mogi das Cruzes. Esta é uma determinação da prefeita Mara Bertaiolli que vamos colocar em prática”, disse o secretário Romildo Campello, que participou da reunião ao lado da secretária-adjunta, Silvia Zamai.

Representando o Conselho Municipal de Habitação, estiveram presentes Débora Polimeno Nanci (representando a Ordem dos Advogados do Brasil – OAB); Nelson Bettoi Batalha Neto e Fernando Telles Teixeira (Associação dos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos); Rosemeire Barbosa (Associação de Moradores da Vila Vitória) e Érika Lino (Secretaria Municipal de Assistência Social).

Família atendida

Outra ação realizada pela Secretaria Municipal de Habitação nesta semana foi a destinação de mais uma unidade habitacional do Condomínio Mogi R, localizado no Conjunto Vereador Jefferson da Silva, em Cezar de Souza. Uma família que vive em área de risco, na rua José Pereira, em Jundiapeba, finalizou o processo de escolha de sua nova casa. A assinatura do contrato ocorrerá nas próximas semanas, assim como a entrega das chaves.

Em fevereiro, seis famílias já concluíram o processo e receberam as chaves de suas casas no empreendimento Mogi R. Três famílias moravam na Vila Nova União, duas em Jundiapeba (rua José Pereira) e uma do Rio Abaixo. As casas são novas e possuem dois quartos, sala, cozinha e banheiro, além de cerca de 48 metros quadrados de área Durante o evento desta quinta-feira, os técnicos da CDHU explicaram detalhes do financiamento – cujas parcelas são limitadas a 20% da renda de cada família – e reforçaram que os imóveis serão propriedades registradas e com toda a segurança jurídica, transformando-se em herança para os filhos.