Contrária à instalação de pedágios nas rodovias Mogi-Dutra e Mogi-Bertioga, a Prefeitura de Mogi das Cruzes tenta barrar a cobrança por meio de quatro frentes, sendo três delas pela Justiça e uma pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-SP). De acordo com a gestão do prefeito Caio Cunha (Podemos), o objetivo é defender os interesses da população e das forças produtivas do município.

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Em nota, o Executivo explicou que das quatro frentes, “duas ações pleiteiam a invalidade da audiência pública realizada em agosto de 2023, na Capital, e do projeto inicial com base no qual o edital veio a ser formulado”.

Também foi ingressada na Justiça uma nova medida “visando que seja declarada judicialmente a invalidade do Edital de Concessão e de uma representação”. Por fim, por meio do TCE, a prefeitura solicita que o órgão invalide alguns pontos do  documento que norteou a realização do leilão que, segundo a prefeitura, “não inviabiliza as discussões processuais citadas que estão em andamento.” 

A administração destaca ainda que a luta contra a instalação de praças de pedágio na cidade é antiga. “Conforme amplamente destacado pelo prefeito Caio Cunha, a cobrança prejudicará toda a população, com reflexos à economia e escoamento de produção agrícola, que, inclusive, abastece parcela significativa da Região Metropolitana de São Paulo. Ou seja, além de ser danosa para os moradores de Mogi e do Alto Tietê, esta cobrança poderá trazer impactos para os moradores da Capital e de outras regiões do Estado”, justificou. 

 A atual gestão concluiu ressaltando que segue trabalhando e não mede esforços na luta para barrar a instalação de qualquer cobrança, independente do modelo, que prejudique a população.



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