Para atender melhor os mogianos que necessitam de medicamentos com preços acessíveis, a Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM), nova gestora da Farmácia de Alto Custo, estendeu o horário de funcionamento da unidade, localizada em frente à Prefeitura de Mogi das Cruzes. Há uma semana, a farmácia funcionava até as 16h30 e, desde a segunda-feira passada, passou a encerrar o expediente às 19 horas.
As informações foram confirmadas pela gerente técnica administrativa das Farmácias de Alto Custo, Aline Pierobon. "A nossa intenção é sempre atender as pessoas da melhor maneira e com a ampliação do horário de funcionamento também conseguiremos atender mais pessoas em um só dia", explicou.
Pensando em aprimorar também as medidas de prevenção contra o coronavírus, a administração implantou novas medidas sanitárias. Longarinas foram instaladas em todos os assentos para que a distância entre as pessoas seja cumprida à risca.
Os clientes também precisam utilizar máscaras de proteção e, caso não as tenham, os funcionários do posto fazem a doação dos acessórios, assim como o álcool em gel, que continua disponível em todos os 22 guichês. A equipe de colaboradores é composta por 99 pessoas.
Outra mudança estabelecida com a chegada da nova gestão foi a criação do aplicativo Remédio Agora, que permite agendamentos prévios de data e horário para a retirada dos medicamentos. Segundo informações de Aline, até às 22 horas da última quarta-feira, foram feitos 46 agendamentos para este mês e outros 183 para junho.
O aplicativo pode ser baixado gratuitamente em qualquer celular, seja de sistema Android ou IOS. Para a efetivação dos agendamentos é necessário que os moradores já tenham um cadastro na Farmácia de Alto Custo.
Apesar das novas medidas, muitos mogianos continuam reclamando da falta de alguns medicamentos na unidade. Questionada, Aline explicou que dez remédios estão em falta nas farmácias, no entanto, esta continua sendo uma responsabilidade do Ministério da Saúde e da Secretaria de Estado da Saúde. A Pasta estadual, por sua vez, afirmou ontem que não é possível esclarecer sobre o problema sem os nomes de todos os medicamentos, o que ainda não foi informado pela gerente técnica.
*Texto supervisionado pelo editor.