O programa Família Solidária completou dois anos de atividades. A ação, que sempre foi movida pela mão de obra voluntária e a vontade de fazer o bem, provou-se ainda mais importante ao longo das últimas semanas, após a decretação do estado de calamidade pública, em razão da pandemia gerada pelo coronavírus (Covid-19).
Hoje, já são quase 1,1 mil voluntários cadastrados, número esse que cresceu de forma vertiginosa após o início da crise. Até a primeira quinzena de março deste ano, a média de voluntários que se cadastrava por mês no programa era de 35 pessoas. Já após a instauração da pandemia, há pouco mais de 30 dias, 215 novos voluntários manifestaram o interesse de integrar o programa, a partir da inscrição. Ou seja, a média mais do que quintuplicou.
"Isso mostra como a crise tem sim o seu lado positivo, de unir e engajar as pessoas do bem, que se colocam à disposição para ajudar quem precisa, da maneira que for. Este é um trabalho sempre muito importante, mas neste momento, em que há mais pessoas precisando e também vivemos um clima de incertezas, é ainda mais fundamental", destaca a presidente do Fundo Social de Mogi das Cruzes, Karin Melo.