O ano passado foi marcado pela volta de doenças que já não atingiam a região há algum tempo, o que gerou preocupação aos habitantes. Além do sarampo, contraído por muitas pessoas, a dengue também aumentou os registros de forma assustadora. Só em Mogi das Cruzes, 106 casos foram confirmados durante os 12 meses do ano passado. Se comparados com 2018, os índices subiram em 1.414%.
De início, o resultado da porcentagem pode ser difícil de ser compreendido, isso porque, em 2018, apenas sete pessoas receberam o diagnóstico positivo da doença, competindo com as 106 confirmações do ano posterior. Por este motivo, a Prefeitura de Mogi das Cruzes mobilizou os bairros mais afetados pelo mosquito Aedes Aegypti, além de disparar alertas de prevenção para os munícipes.
Os gestores de Suzano fizeram o mesmo, considerando que 199 casos foram confirmados durante os 12 meses do ano passado. Se comparados com 2018, os índices subiram em 1.430%. De início, o resultado da porcentagem pode ser difícil de ser compreendido, isso porque em 2018 apenas 13 pessoas receberam o diagnóstico positivo da doença, competindo com as 199 confirmações do ano posterior.
Em Ferraz de Vasconcelos, o acréscimo foi o maior registrado entre as quatro cidades que fazem parte do G5 do Alto Tietê, com exceção de Itaquaquecetuba, que não forneceu os dados solicitados. Ao longo de todo o ano de 2018, duas pessoas foram picadas pelo mosquito Aedes Aegypti e, em 2019, a quantidade subiu para o total de 78. O que gerou um crescimento de 3.800%.
Por fim, em Poá, a diferença entre os dois anos totalizou em 2.425%, já que no ano retrasado quatro pessoas contraíram a doença e no ano passado o índice subiu para 101.
2020
De acordo com as secretarias municipais de Saúde, Mogi e Suzano registraram no primeiro mês deste ano, respectivamente, dois e um caso de dengue. Em Ferraz e Poá, nenhum índice da doença foi contabilizado pelas equipes da saúde municipal.
*Texto supervisionado pelo editor.