Uma sociedade desenvolvida precisa ser culturalmente forte. E cultura forte pressupõe o envolvimento de governos, empresas e promotores do setor. São eles que fomentam a produção artística, criam, mantém equipamentos e ajudam a despertar novos talentos. É o que estamos fazendo em São Paulo, unindo forças para promover a cultura.
Em novembro, inauguramos um novo e moderno espaço de exposições na Capital paulista, o MIS Experience, abrigando a mostra interativa "Leonardo da Vinci - 500 anos de um Gênio". O MIS Experience recebeu
R$ 8,5 milhões de investimento feito por empresas privadas e será administrado pelo Museu da Imagem e do Som, que ganha um segundo espaço de exposições.
Os resultados dessa ação integrada já foram comprovados no Festival de Inverno de Campos do Jordão. Em sua 50ª edição, o festival recebeu o patrocínio de cinco empresas, bateu recorde de público e ampliou o turismo. A parceria governo-empresas também é realidade na renovação do Museu do Ipiranga, o Museu da Independência. Financiados por 14 empresas privadas, os trabalhos, que estavam paralisados havia seis anos, foram retomados e serão concluídos no Bicentenário da Independência, em 2022.
A cultura é livre por natureza, incompatível com censura, preconceitos, personalismos, partidarismos e ideologias. A criação e o conhecimento cultural exigem imaginação e ousadia. É a economia criativa, no seu mais elevado valor.
Para estimular um mercado que movimenta 12 mil empresas e gera 300 mil postos de trabalho, abrimos o Programa de Investimento no Setor Audiovisual de São Paulo, ProAV. Cultura e economia criativa também são o motor do maior evento de gastronomia do Brasil, o SP Gastronomia, que abrangeu todas as regiões do Estado.
É em parceria com a sociedade, com a juventude, com os artistas e com as empresas que trabalhamos para que a cultura de São Paulo valorize o conhecimento e a energia criativa. A produção cultural gera mudanças, valores, empregos e oportunidades. Semear cultura é colher desenvolvimento.