A Suzano, empresa fabricante de biomateriais desenvolvidos a partir do cultivo da árvore, divulgou os resultados referentes ao segundo trimestre de 2019. O período de abril a junho foi marcado pela aceleração das vendas de celulose no exterior e pelos maiores volumes de papéis comercializados no mercado externo. Como resultado, a companhia totalizou geração de caixa operacional de R$ 2,2 bilhões no período, um aumento de 25% na comparação com o trimestre anterior. O EBITDA ajustado alcançou R$ 3,1 bilhões, com uma margem EBITDA ajustada de 48% no período, excluindo-se as vendas da Klabin.
"O ambiente de negócios no mercado de celulose continua desafiador, sobretudo em função de questões macroeconômicas e geopolíticas, ocasionando um desequilíbrio entre oferta e demanda. Identificamos, contudo, evolução na demanda ao longo do trimestre, suportando um melhor desempenho de nossas vendas. A competitividade em custos da companhia nos proporciona total resiliência para atuar em um cenário mais adverso", afirmou o presidente da Suzano, Walter Schalka.
As vendas de celulose atingiram 2,2 milhões de toneladas no segundo trimestre, o que representa uma expansão de 28% em relação ao total comercializado no primeiro trimestre deste ano.