Um dos assassinos posta cerca de 20 fotos em uma rede social, com máscara de caveira e da arma utilizada no atentato.
13 de março, 9h40
Minutos antes do atentado, os criminosos vão até a loja do tio de um dos meninos e matam o rapaz. Jorge Antonio de Moraes, a primeira vítima que perdeu a vida na mão dos criminosos foi socorrido e encaminhado ao Hospital das Clínicas, mas não resistiu.
13 de março, 9h43
Os dois assassinos estacionam o carro em frente a Escola Estadual Professor Raul Brasil. O portão do local está aberto e eles entram na escola que estava no intervalo das aulas. Logo na entrada da unidade, um dos assassinos sacou a arma e atirou na coordenadora pedagógica e em outra funcionária. Em seguida, os dois dirigem-se ao centro de línguas do colégio, onde fazem outras cinco vitimas. A ação foi rápida e, segundo as investigações, ao verem os policiais que foram acionados, um criminoso atirou no outro e depois se matou.
13 de março, 11 horas
O governador João Dória (PSDB) desembarca em Suzano e afirma que o que viu no interior da escola Raul Brasil, foi “a cena mais triste que viu em sua vida”. Além disso, ele já anuncia que as famílias das vítimas iriam ser indenizadas. Outra medida foi deslocar todo o suporte necessário para as vítimas que ficaram sobreviveram ao episódio.
14 de março
Os dez mortos foram velados e enterrados. Depois do velório das oito vítimas, realizado na Arena Suzano, um a um, os caixões foram levados ao Cemitério Municipal São Sebastião, onde foram sepultados.
19 de março
Indicado como mentor intelectual do atentado, um jovem foi apreendido e ouvido pela polícia. Segundo as investigações apontaram recentemente, ele teria ajudado a planejar o crime, mas não participou da ação.
10 de abril
O mecânico Cristiano Cardias de Souza, de 47 anos, foi preso e depois indiciado. Para a polícia, ele teria sido um dos responsáveis pela comercialização da arma, calibre 38, para os dois assassinos.
11 de abril
Preso Adeilton Pereira dos Santos, outro indiciado pela venda da arma utilizada no atentado
1º de maio
Em sua casa, Márcio Germano Masson, de 41 anos, foi preso também indiciado pela venda de armas e munições.
2 de maio
Último indiciado por envolvimento na comercialização das armas é preso pela polícia. Geraldo Oliveira dos Santos, 41 anos, conhecido como Buiu.
4 de junho
A Polícia Civil encerra as investigações sobre o massacre. Os quatro homens presos suspeitos de vender a arma e as munições aos atiradores foram indiciados por dez assassinatos e 11 tentativas de homicídio.
5 de junho
Todas as famílias de vítimas aceitaram a proposta de indenização feita pelo poder público. Segundo as informações, 45 pessoas selecionadas estão sendo indenizadas. Os valores não foram divulgados, porém, o governador João Dória (PSDB) havia estipulado de R$ 100 mil logo após o ataque.