Dados do Panorama da Indústria de Transformação, divulgados pelo Ciesp Alto Tietê, mostram que os setores de celulose, papel e produtos de papel; veículos automotores, carrocerias e autopeças; e produtos de minerais não-metálicos são os que mais empregam no Alto Tietê. Eles absorvem 30,8% da massa de mais de 70 mil trabalhadores formais.
A indústria de transformação está dividida em 23 setores de atuação, que se caracterizam por uma grande diversidade - de papel a alimentos, passando por têxteis, móveis e remédios. No geral de empregos formais da região, que em 2017 passava de 256 mil pessoas, ela responde por 24,3% da mão de obra.
Em termos de economia, o Alto Tietê tem uma participação de 2% no PIB do Estado e ocupa o 13º lugar no ranking. "Apesar dos muitos problemas, a indústria segue como um dos setores mais importantes para a economia. Responde por 22% do PIB (11% só da indústria de transformação), por 32% dos tributos federais e para cada R$ 1,00 produzido na indústria, são gerados
R$ 2,40 na economia como um todo", concluiu o diretor do Ciesp Alto Tietê, José Francisco Caseiro.